Uma situação grave está acontecendo em Codó e pode ter consequências sérias para a gestão municipal. Informações repassadas por funcionários do Hospital Geral Municipal (HGM) apontam que o lixo hospitalar da unidade — além dos resíduos gerados nos postos de saúde — estaria sendo descartado de forma irregular no lixão da cidade. Ou seja, material potencialmente contaminado sendo jogado no mesmo local onde vai o lixo comum.
O descarte de lixo hospitalar sem o tratamento adequado é considerado crime ambiental no Brasil, justamente pelos riscos que oferece à saúde pública e ao meio ambiente. Esse tipo de resíduo exige coleta, transporte e destinação feitos por empresas especializadas, seguindo normas rígidas.
O problema estaria acontecendo porque a gestão do prefeito Chiquinho do PT não firmou contrato com nenhuma empresa responsável pelo descarte correto desse tipo de material. O resultado: Codó já estaria há cerca de 14 meses sem o serviço adequado.
Na prática, isso significa que resíduos hospitalares que podem incluir materiais contaminados, perfurocortantes e outros itens de risco estariam sendo levados diretamente para o lixão.
A situação levanta um alerta sério. Caso confirmada, a prática pode resultar em punições nas esferas administrativa, civil e criminal para a prefeitura e seus gestores.
Enquanto isso, fica a preocupação: quem está sendo exposto a esse tipo de material? Trabalhadores do lixão, catadores e até a população em geral podem acabar correndo riscos sem nem saber.
Vídeos gravados no lixão de Codó mostram, de forma clara, o descarte irregular de lixo hospitalar no mesmo local onde é jogado o lixo comum da cidade. O material, que deveria receber tratamento especializado, aparece sendo despejado sem qualquer tipo de cuidado.
Diante das imagens, a pressão aumenta sobre o governo do prefeito Chiquinho do PT, que agora terá que explicar não apenas a ausência de um serviço essencial, mas também as cenas que chocaram a população.
