Escândalos, contratação de pessoas de fora e perseguição política marcam os 100 dias de Léo Cunha em Estreito

Leo Cunha (PL)

A gestão do novo prefeito de Estreito, Léo Cunha (PL), poderia ter sido marcada por obras, melhorias na saúde e na infraestrutura do município e de estradas vicinais.

Porém tudo foi bem diferente, no início do seu mandato, Léo mandou para o “olho da rua”, pessoas queridas na cidade, funcionários que estavam há anos ocupando um cargo, pessoas humildes, que tinha como fonte de renda, aquele único emprego. Ao contrário do que se pregava em sua campanha, o novo gestou tratou de perseguir e tirar do cargo, todos aqueles que não votaram nele. Médicos, merendeiras, zeladores entre outros, foram perseguidos cruelmente e mandados embora.

O que revoltou ainda mais o início da gestão do novo prefeito, foi a contratação de dezenas de pessoas de Imperatriz, Porto Franco e outras cidades, para trabalhar na Prefeirura de Estreito, ocupando lugar dos filhos da terra. Atitude de Léo Cunha revoltou à população e foi duramente criticada.

Para completar os seus 100 dias de governo, a gestão de Léo Cunha foi destaque a nível nacional, após uma denúncia de sacrifício de animais saudáveis. O Ministério Público já acionou a prefeitura e Léo Cunha já entra na lista do Ministério Público do Maranhão.

A cidade até o momento não viu nenhuma obra do novo prefeito, já se passaram os 100 dias, e o que se ver, são seus aliados, que alegam que está muito cedo para o gestor mostrar serviço.

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