Justiça de Viana realiza três júris e condena réus por homicídio

O Judiciário de Viana, por meio da 1ª Vara, promoveu nesta semana três sessões do Tribunal do Júri, todas envolvendo acusações de homicídio. Os julgamentos foram conduzidos pelo juiz Humberto Alves Júnior e tiveram como réus Tarlizones Rocha de Oliveira (dia 24), Pablo Rikelme Nunes Trindade e José Almir Barros Ferreira (dia 25), e Bruno Luide Barros Gomes (dia 26 de março).

De acordo com as investigações, no dia 12 de abril de 2025, no povoado Enche Barriga, zona rural de Cajari, Tarlizones Rocha de Oliveira matou o próprio pai, Hilton André Cutrim, com um disparo de arma de fogo, após uma discussão marcada por ofensas. O Conselho de Sentença reconheceu a culpa do réu pelos crimes de homicídio e furto simples. A pena foi fixada em 19 anos e três meses de reclusão, sem direito de recorrer em liberdade.

Na segunda sessão, os réus Pablo Rikelme Nunes Trindade e José Almir Barros Ferreira foram julgados pelo assassinato de Clemilson dos Santos Rocha, ocorrido em 5 de maio de 2024. Conforme o inquérito policial, a vítima havia discutido anteriormente com José Almir por se opor à venda de drogas em seu local de trabalho. O crime foi cometido com disparo de arma de fogo. Ao final do julgamento, ambos foram considerados culpados e condenados a 9 anos e quatro meses de prisão, em regime inicial fechado. O magistrado aplicou entendimento do Supremo Tribunal Federal (STF) e manteve a prisão preventiva dos condenados.

Já na terceira sessão, o réu Bruno Luide Barros Gomes foi julgado pela morte de Anderson Luís dos Santos Vieira, ocorrida durante uma festa de carnaval, em 9 de fevereiro de 2016, na região central de Viana. O crime foi cometido com o uso de uma faca. O Conselho de Sentença decidiu pela condenação, fixando a pena em 18 anos e nove meses de reclusão, em regime fechado. Também neste caso foi aplicada a tese do STF, com decretação da prisão preventiva, e o condenado foi encaminhado ao sistema prisional.

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