Parque Ambiental de Codó, inundações e alagamentos – uma bomba que ninguém quer segurar

O período chuvoso nem bem começou e já começa a trazer muita preocupação para quem mora no entorno da antiga Lagoa da Trizidela, hoje o local é chamado de Parque Ambiental. Na verdade, quando utilizamos o termo “Parque”, nos remetemos a significados bem abrangentes, diferente  do que de fato muitos codoenses vem ouvindo e falando.

Apesar dos problemas até agora, nenhum técnico da SEMA visitou os prejudicados.

De acordo com o site fflorestal.sp.org.br , .. os parques constituem unidades de conservação, terrestres e/ou aquáticas, normalmente extensas, destinadas à proteção de áreas representativas de ecossistemas, podendo também ser áreas dotadas de atributos naturais ou paisagísticos notáveis, sítios geológicos de grande interesse científico, educacional, recreativo ou turístico, cuja finalidade é resguardar atributos excepcionais da natureza, conciliando a proteção integral da flora, da fauna e das belezas naturais com a utilização para objetivos científicos, educacionais e recreativo. Assim, os parques são áreas destinadas para fins de conservação, pesquisa e turismo. Podem ser criados no âmbito nacional, estadual ou municipal, em terras de seu domínio, ou que devem ser desapropriadas para esse fim.

Diante do exposto, estamos longe de um Parque Ambiental de respeito, já que a SEMA – Secretaria Estadual de Meio Ambiente realizou uma obra a qual aterrou e pavimentou uma área alagada natural, que abrigava um habitat com várias espécies importantes para o equilíbrio ecológico daquela área e o nós, do ÉMARANHÃO acompanhamos desde o início a omissão dos técnicos da SEMA que teimam em não assumir os erros na drenagem e escoamento da água acumulada no local.

Os impactos imediatos estão sendo vividos pelos moradores do entorno da extinta Lagoa que hoje sofrem com a ameaça real de alagamentos, basta ver as pequenas chuvas que caíram por Codó, várias casas alagadas.

Apesar dos problemas até agora, nenhum técnico da SEMA visitou os prejudicados. Na verdade nem assumem os erros da obra. Podemos enquadrar a obra como um crime ambiental e não um Parque Ambiental.

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